Minha história

            Desde muito nova, ainda criança, quando me perguntavam o que eu queria "ser quando crescer", eu não tinha uma resposta verbal e objetiva, mas um pensamento ecoava em minha mente, e ele vinha com emoção a partir do coração: "EU QUERO CUIDAR DE PESSOAS, ALIVIAR SUAS DORES COM AS MINHAS MÃOS"

              Ainda muito jovem a vida me levava a conhecer pessoas que sincronizavam com a minha alma. Aos 16 anos me tornei reikiana e comecei a ver que minhas mãos já poderiam alí começar a ser meu instrumento de trabalho.

             

            E assim que me vi frente a decidir sobre o que estudar na faculdade, percebi que a profissão que mais se aproximava daquilo que sempre sonhei era a Fisioterapia. Então optei por cursar uma faculdade que me desse esse potencial manual, e dentre tantas a Ítalo tinha essa característica, que desde o 1º semestre nos proporcionava contato com a profissão, e foi um processo lindo. Lá conheci pessoas incríveis e fiz amizades com quem hoje são profissionais maravilhosos e competentes, que me enchem de orgulho. 

           Enquanto fazia a faculdade de fisioterapia já buscava algo além do trabalho corporal. Em meu coração sempre morou a certeza de que somos integrais e eu sabia que a fisioterapia convencional em algum momento poderia me levar a trabalhar com segmentos do corpo e não o paciente como um todo.

 

             Então em meio aos estudos da graduação, iniciei a formação em terapia Floral, e tão logo que me vi Bacharel em Fisioterapia (final de 2007), me vi também terapeuta da alma pelo Bach Centre (começo de 2008), e estas lindezas me acompanham desde então em tudo, a qualquer tempo e em qualquer lugar.
 

              A formação em fisioterapia ficou como uma sólida base para que eu desenvolvesse ou estudasse tantas outras atividades corporais, e lá fui eu juntar recursos e conhecimentos com ayurveda (Kusum Modak e Abhyanga), shiatsu,  massagem de terapia neural, reflexologia, drenagem linfática manual, massagem bioenergética, calatonia, entre outras ao longo do ano de 2008.

            Neste ponto eu poderia ter me encontrado com aquilo que se encaixasse perfeitamente a mim, já que eram técnicas incríveis e estimulantes, mas ainda não.

            Entrei em 2009 para a Pós-graduação em Medicina Chinesa com foco em Acupuntura, foram 2 anos e meio de MUITO estudo, é uma medicina inteira que não acaba nunca, estudos que não acabam jamais, e é maravilhoso. Assim o fiz, estudei ainda por muitos anos a cada novo paciente, a cada novo desafio, uma leitura linda de como somos o microcosmo do macrocosmo, entendendo como é real e funciona!

            Com a Acupuntura coloquei à prova todas as minhas capacidades e dualidades humanas: ser cuidadora e resistente, de ser empática e racional, de abraçar um leque mais amplo de queixas mas saber minhas limitações, e na vida pessoal foi com ela que passei a me sustentar, prosperar e progredir.

               Sou muito grata à Acupuntura em minha vida.

               Mantive-me acupunturista até 2017.

                Porém, ainda que em meio ao contato íntimo que mantive com a Acupuntura, o ano de 2011 me trouxe uma técnica que ninguém ao meu redor conhecia.

        Uma grande amiga me chamou - como quem vai alí tomar um café - para iniciar a formação em Microfisioterapia, e investir uma grana, tempo e disposição em algo que eu sequer sabia se seria legal. Fui. E foi sensacional. Na época a formação levava três encontros de quatro dias, e uns três meses de intervalo entre cada módulo. 

                Só que 20011 não me trouxe apenas uma paixão, trouxe duas!

                E iniciei minha formação na Microfisioterapia com um bebezinho no ventre.

             Pelas minhas contas, 1º módulo em setembro, estava com 2 meses de gestação, 2º módulo em dezembro, estava com quase 5 meses de gestação. E daí em abril eu me formaria na Microfisioterapia e me graduaria também Mamãe! (risos)

         

          Pois bem, ser mãe teve que ser minha prioridade. Tive que adiar o 3º módulo, que fiz em Janeiro de 2013 quando meu filhote estava com 9 meses de idade. 

              Essa vida, viu. É escrita sob a tinta de Deus, na sincronicidade do Universo, no que quer que você queira chamar ou acreditar. Quando meu filho fez 10 meses ele foi aceito na creche e eu pude voltar, com tudo aquilo que estudei fresquinho na cabeça de novo. 

              Aos pouquinhos fui voltando ao mercado de trabalho, o motor da vida profissional era a Acupuntura, que a maioria das pessoas conhece mais, procura mais e reverte em fluxo de trabalho. A Microfisioterapia fui mostrando aos poucos para estes pacientes, que iam falando para outros, e trazendo familiares e amigos. 

             

             Em 2017 meu amor pela Microfisioterapia e pelo que ela permite que testemunhemos ao longo dos dias com tantos resultados, tantos casos extraordinários e gratificações, me fez tomar uma decisão. Já que a Acupuntura exigia estudar tanto, a Micro também exige que estejamos sempre atualizados, decidi que precisaria ser EXCELENTE ou em Acupuntura ou em Microfisioterapia.

           Perguntei ao meu coração e pedi à Deus que me pusesse onde eu deveria estar para seguir com a minha missão. Feito. Em pouco tempo a demanda para a Micro aumentou de forma tal que se tornou minha principal atividade (junto aos Florais já que estes me acompanham com toda naturalidade).

           

             Aqui estou. Contente e grata pelo que foi de minha jornada, aberta e confiante para tudo que está sendo agregado e tudo que possa vir para agregar o que esta jornada há de ser. 

                   Gratidão!

© 2015 - 2018 Dra Marília Ariede.

Última atualização: 19/09/2019

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