Perguntas frequentes sobre a Microfisioterapia

O que se vê na Microfisioterapia?

 

               Existe um ritmo vital nos tecidos, que são perceptíveis à palpação sutil, por meio de movimentação tecidual. Se um tecido tem boa vitalidade tem boa movimentação, aquele local dérmico que não possui toda essa vitalidade apresentará uma resistência que será sentida pelo fisioterapeuta. É a partir deste sinal que vamos sentindo todo o mapa do conflito vivido, reinformando o corpo sobre aquela agressão e possibilitando, ao final, informá-lo de como regular isso. É como dizer: olha você viveu isso, isso, isso, assim e assado, mas corrige-se assim! 

               Após esta informação de correção, o organismo inicia um processo de auto-regulação, e com isso já abrimos a janela necessária para a eliminação ou diminuição considerável de alguns sintomas ou doenças queixados tanto naquele momento quanto queixas antigas que deram, digamos assim, uma sumida por um tempo.

               A Microfisioterapia vê o indivíduo como um todo, portanto irá trabalhar suas mais diversas demandas.

 

 

Como acontece a sessão?

 

                   O fisioterapeuta escuta um breve histórico do paciente, e faz um apanhado das suas queixas principais e sua qualidade de vida. Então o paciente vai pra maca, com roupa mesmo, qualquer roupa, mas preferencialmente uma roupa confortável. São feitas as palpações. Todo este processo pode levar cerca de 50 minutos.

 

 

Preciso ter sintomas para fazer a Microfisioterapia?

 

              Não, não é preciso ter sintomas ou condição de saúde debilitada para realizar seu tratamento pela Microfisioterapia. É claro que com uma queixa específica, teremos um ponto de referência mais substancial, o que não passa de um parâmetro menos subjetivo.

 

 

Quanto tempo leva um tratamento completo?

 

                    Cada terapeuta poderá ter uma leve diferenciação neste quesito, porém em qquer lugar que você vá, a média de sessões será entre 3 e 4 sessões.  É verificado que corpos mais idosos precisam de mais sessões, e mais tempo entre cada sessão, 1º por terem mais história, 2º por já estarem com um processamento mais lento, talvez neste caso 4 sessões perdurem um total de 8 meses.

                    Corpos mais novos tendem a precisar de apenas 3 sessões, com um intervalo de em torno de 30 dias, o que finda o tratamento de “faxina” com média de 3 meses. Após este “resgate” inicial, é ideal que o paciente faça uma sessão anual, ou conforme a demanda.

 

 

A Microfisioterapia atua em emergências?

 

                      Sim e não. Quadros muito agudos e intensos requerem responsabilidade.

                  A depender do quadro é possível sim utilizar a Microfisioterapia como ferramenta de emergência de grande potencial e efetividade.

 

 

Existe uma relação entre o sintoma e o sentimento?

 

                      Sim. A Microfisioterapia é uma das técnicas que também faz uma leitura do paciente e seus sintomas e manifestações físicas, com o modo de atuar frente a esses conflitos. Como por exemplo, pacientes que apresentam muitas vezes a via da Tireóide, provavelmente encaram a vida com mais ansiedade, e possíveis ações impulsivas ou lentificação na ação, enquanto que pacientes que apresentam mais vezes uma via de fígado, tendem a se sentir injustiçados, e faltantes de carinho ou afeto.

                    Para cada vivência, o modo como se encara o momento, poderá afetar diversas vias, cada uma específica com aquela função ou reação.

 

 

É uma técnica preventiva? Ou corretiva?

 

             Na medida da cura ela pode tanto eliminar completamente um sintoma ou doença, por prazo indeterminado, pode ser por curto período ou longo período. Pode apenas amenizar o sintoma à um grau menos evidente, também por prazo indeterminado. Como também pode não ter efeito (como qualquer tratamento).

                     Na medida da prevenção, ao longo do trabalho que será naturalmente efetuado, não existe uma busca para adivinhar o que o paciente pode vir a apresentar, mas a sessão segue um curso natural que vai expor as vias fragilizadas que estão relacionadas a determinadas condições de saúde, mas que, caso o paciente não apresente sintomas ainda, possivelmente, com a correção já precoce, esta condição não se instale.

 

 

Posso ter reação?

 

                   Sim. Não é uma regra. Mas sim, e é particular de cada organismo. Os processos mais comuns são o sono em excesso e o aumento do sintoma queixado, pelos primeiros dias,  porém todo tipo de sintoma expurgatório pode ser uma manifestação deste processo, como escapes menstruais, acne, febre, transpiração intensa, coriza, corrimento, pequenas alergias...entre outras.

 

 

É como a homeopatia ou acupuntura?

 

                  Estas técnicas se assemelham em algumas características, e compartilham de alguns fundamentos junto à Microfisioterapia. Fundamentos quanto as leis da homeopatia, lei da simulitude (ou seja a reinformação do que se viveu) e a lei do infinitesimal (o menor estímulo possível, por isso o gesto tão sutil). E semelhança quanto as vias da Micro e os meridianos, suas leituras psicossomáticas / metalinguagem do corpo.

 

 

Como sei que não estou sendo sugestionado a sentir esses efeitos da Microfisioterapia?

 

                 Eu gosto muito de usar alguns exemplos de pacientes que não tem como serem sugestionados, como se a técnica fosse um grande placebo. Porque atendemos crianças menores de 3 anos com grande efeito, e animais também. E estes não tem a menor ideia do que está sendo feito, mesmo assim apresentam melhora.

 

 

A Microfisioterapia é ciência?

 

             Totalmente! Por ser uma técnica muito sutil ela é comumente associada a algo místico, mas ao contrário disto, ela foi concebida já com referências científicas como embriologida, ontogênese, osteopatia, homeopatia, e ao longo de todo o seu caminho a técnica foi sempre colocada à prova com testes clínicos em universidades e hospitais.  A Microfisioterapia foi objeto de mais de trinta tipos de avaliações, algumas em meio hospitalar e de acordo com protocolos rigorosos (duplo cego), as quais comprovaram, por exemplo, o efeito benéfico da técnica em 74% dos pacientes submetidos a teste e que sofriam de colopatia crônica. Do mesmo modo, foram realizadas várias investigações em laboratórios sobre os ritmos vitais dos organismos vivos. Na Europa foram desenvolvidos quarenta e dois trabalhos científicos a respeito da Microfisioterapia e no Brasil estão sendo realizadas pesquisas em parceria com Universidades.

              Por ser uma ciência ela é comum a todos os seres viventes, portanto potencialmente eficaz e beneficiadora da saúde de qualquer organismo que por ela se submeter.

© 2015 - 2018 Dra Marília Ariede.

Última atualização: 19/09/2019

  • Grey Facebook Icon
  • Grey Instagram Icon